A Amazon deu outro grande salto no Brasil, alcançando oficialmente 250 centros de distribuição e logística em 2025. A escala é impressionante — e indica o quão estrategicamente importante o país se tornou para a gigante global do comércio eletrônico.
Mas essa expansão é mais do que um marco operacional. Ele remodela todo o cenário logístico brasileiro, eleva o nível de desempenho de entrega e acelera a adoção de tecnologias avançadas em todo o setor.

Com mais centros de atendimento distribuídos em todo o país, a Amazon encurta as distâncias e reduz drasticamente os prazos de entrega.
As regiões que costumavam esperar de 4 a 7 dias agora recebem pacotes em 1 a 2 dias.
Grandes players como Mercado Livre, Magalu, Shopee e fornecedores independentes de atendimento agora estão competindo com um benchmark de maior desempenho.
Essa mudança acelera:
Os rígidos padrões operacionais da Amazon forçam todo o ecossistema — transportadoras, armazéns, parceiros — a elevar seus níveis de qualidade e eficiência.
Cada novo centro da Amazon traz:
Isso injeta infraestrutura de primeiro mundo no mercado brasileiro em alta velocidade.

Com 250 centros, a Amazon está construindo um rede nacional densa e altamente integrada — especialmente concentrado em:
Isso reduz os gargalos logísticos, reduz os custos de transporte em todo o país e torna o comércio eletrônico mais competitivo em grande escala.
É aqui que as empresas de tecnologia de logística, como seu ecossistema Atlante, ganham muita força.
O crescimento da Amazon desencadeia uma reação em cadeia:
Varejistas de médio e grande porte querem igualar os SLAs de nível da Amazon.
Isso impulsiona a adoção de:
À medida que o comércio eletrônico cresce, mais empresas regionais de logística investem em tecnologia para se manterem competitivas.
Para muitas empresas, os processos manuais não são mais viáveis.
A próxima onda incluirá:
A Amazon está impulsionando todo o mercado.
A chegada da Amazon a 250 centros de distribuição no Brasil é mais do que um marco de crescimento — é um sinal claro de um nova era para a logística brasileira.
Ele define novos padrões de velocidade, automação e eficiência de entrega, ao mesmo tempo em que cria um efeito cascata em toda a cadeia de suprimentos, de grandes distribuidores a pequenas operações de comércio eletrônico.